Uma bola famosa

Com o controlo de uma bola amarela, caminhamos alegremente num labirinto fechado ao mesmo tempo que comemos pequenas bolas deliciosas, como se de um banquete se tratasse. Para tornar a viagem ainda mais apetitosa, no caminho vão surgindo aleatoriamente alguns frutos. Mas nem tudo é felicidade, porque este labirinto encontra-se recheado de fantasmas (que até têm nomes próprios!) que querem eliminar… a bola amarela. Felizmente, ao longo dos corredores vamos encontrar um super poder que inverte, por breves segundos, a mecânica do jogo. Os fantasmas que antes nos perseguiam, agora fogem da bola amarela de forma assustadora, porque ela agora pode comê-los. Comam as bolas todas do labirinto, e passam para um novo labirinto, com mais bolas para comer, mais fruta e mais fantasmas.

Um conceito básico mas extremamente eficaz fez do Pac-Man um dos jogos mais eternos e viciantes da história do mundo electrónico. Esta ano o jogo da bola amarela celebra 30 anos de existência. 30 anos é muito tempo, e a maioria dos jogos nem um ano perduram.  Ao longo da sua vida, Pac-Man já surgiu em variadas formas e feitios, ainda que a melhor delas todas seja mesmo a original. A par da original, a versão da Xbox Live – Pac-Man Championship Edition – não deixa de ser uma excelente adição à série.

Pac-Man foi apresentado ao mundo em 1980, um ano antes de eu nascer. No ano seguinte surgiu Donkey Kong e em 1984 foi a vez de Tetris… anos férteis, estes!

Aqui fica o portal oficial do jogo onde podem consultar tudo e mais alguma coisa sobre este marco histórico.

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Musicas que ficam no ouvido – Halo

Halo é um jogo que marcou a história dos videojogos por várias razões. Não é para analisar o jogo que estou a escrever este texto, mas sim para recordar aquela que é uma das músicas que melhor definiu a série. Aqui fica o tema principal do jogo Halo.

Jogos que marcam – God of War

A mitologia grega é extremamente rica em pormenores. As histórias protagonizadas por deuses e deusas, heróis e criaturas tornam-se, assim, uma excelente oportunidade para a criação de videojogos com um enorme potencial. E foi isso que os estúdios da Santa Monica decidiram fazer ainda na anterior geração de consolas.

Estávamos em 2005 quando God of War surgiu na Playstation 2 e desde então, este título tornou-se uma referência no panorama mundial. Na verdade, God of War foi o apogeu da consola de sucesso da Sony, e é unânime dizer que a nível gráfico definiu um patamar  altíssimo, dificilmente alcançável pelos restantes criadores de videojogos. Eu diria mesmo que já na actual geração, com todo o esplendor HD, ainda surgem jogos com pior qualidade gráfica que God of War 2, que foi lançado em 2007.

A trilogia foi agora terminada, já na Playstation 3, e em jeito de conclusão rápida, a série nunca perdeu o seu fulgor. A série de Kratos é mesmo das poucas em toda a história dos videojogos que conseguiu sempre manter-se ao mesmo nível. Existem vários pontos comuns entre os três títulos sendo que a excelência gráfica foi sempre um dos aspectos mais trabalhados, e é impressionante a atenção que os estúdios deram ao detalhe. A sensação de escala do jogo é brutal, e se nos dois primeiros capítulos isso já era notório, no último é de nos deixar de boca aberta. O goreapresentado é outro dos aspectos que definiram a saga. A dimensão dos cenários e dos titãs é arrebatadora, e conseguir derrotar estes gigantes é uma clara demonstração da força bruta que Kratos detém e que está também ao nosso alcance. Aliás, Kratos é uma das personagens mais fortes em termos de carácter que alguma vez nos foi colocada nas mãos e que melhor nos transmite o poder que só os deuses têm. Forte e determinado, ele é sem dúvida um Deus com uma grande sede de vingança. Apesar da trama não ser tão rica como a própria mitologia grega, ela cumpre os objectivos propostos, sendo que estamos a falar de um título blockbuster repleto de acção, onde o foco é colocado no progresso do jogador e em… Zeus, o Deus de todos os deuses e pai de Kratos.

Outro aspecto fulcral em qualquer videojogo é a banda sonora, e aqui God of War também não desilude. As músicas são orquestradas e fortes, e ajudam claramente a tornar a experiência mais rica. Até aqui a série foi sempre consistente, oferecendo pérolas atrás de pérolas. Sigam o link para ouvir todas as músicas do último capítulo.

A qualidade inerente ao título é evidente. Poucos são os jogos que conseguem atingir altos níveis de qualidade constantes, e logo no primeiro contacto com God of War ficamos a perceber que estamos perante um título épico em todo o sentido da palavra. É que nem Zeus é obstáculo para Kratos!

Acreditem, esta é daquelas trilogias que não devem deixar escapar de maneira alguma!

Mario? Não… Link? Não… Megaman?… Não…

Já imaginaram jogar o clássico Super Mario Bros. com algumas das personagens mais marcantes de toda a história dos videojogos? Então nada melhor que experimentarem Super Mario Crossover! O rol de personagens é no mínimo impressionante, senão vejamos. Super Mario, Link, Samus Aran (Metroid), Bill R. (Contra), Simon (Castlevania) e Mega Man. É sem dúvida, um elenco de luxo!

Sendo uma verdadeira homenagem aos senhores da era 8-bits, Super Mario Crossover é mais um bom exemplo daquilo que a época representou para os que a viveram.

Músicas que ficam no ouvido – Final Fantasy

Esta é uma nova rubrica do blog. Aqui vão passar as músicas mais marcantes e que certamente ficam no ouvido de todos nós.

Para abrir em grande, nada melhor que relembrar aquela que é a música que consegue definir toda uma saga. Em todos jogos Final Fantasy, a música que dá mote ao arranque do menu de jogo é sempre a mesma, sendo que em cada um dos títulos apenas são mudados os instrumentos e alguns acordes.

Aqui fica um vídeo que reúne as músicas de todos os jogos Final Fantasy, do 1 ao 12. Infelizmente o autor do vídeo enganou-se nas músicas do 8 e do 12 e por isso, deixo aqui também as músicas desses dois títulos.

Enjoy!

Uma experiência pequena, mas do tamanho do mundo

Pode não parecer, mas esta imagem é o inicio de um pequeno jogo chamado Small Worlds. Em cerca de 15 minutos, vão poder concluir um jogo de exploração pixelizado mas bonito e com um nível de design viciante. O difícil é não chegar ao fim.

Visitem já a página do jogo, porque vale mesmo a pena jogar. Aqui fica um agradecimento ao Daniel Costa por ter descoberto esta pérola!

A Arte Virtual

“Assim o que se pede é a todos os que querem escrever sobre videojogos, humildade e elevação argumentativa através de fundamentos experienciados. Aliás na academia a discussão vai bem mais fundo discutindo a “legalidade” do uso de “cheats” e “walkthroughs” dado os seus impactos sobre a experiência das obras.”

Esta é uma pequena amostra de um excelente artigo escrito pelo Nelson Zagalo no seu blog [url=http://virtual-illusion.blogspot.com/2010/04/videojogos-sao-uma-forma-de-arte.html]Virtual Illusion[/url]. Vale a pena ler!