Uma bola famosa

Com o controlo de uma bola amarela, caminhamos alegremente num labirinto fechado ao mesmo tempo que comemos pequenas bolas deliciosas, como se de um banquete se tratasse. Para tornar a viagem ainda mais apetitosa, no caminho vão surgindo aleatoriamente alguns frutos. Mas nem tudo é felicidade, porque este labirinto encontra-se recheado de fantasmas (que até têm nomes próprios!) que querem eliminar… a bola amarela. Felizmente, ao longo dos corredores vamos encontrar um super poder que inverte, por breves segundos, a mecânica do jogo. Os fantasmas que antes nos perseguiam, agora fogem da bola amarela de forma assustadora, porque ela agora pode comê-los. Comam as bolas todas do labirinto, e passam para um novo labirinto, com mais bolas para comer, mais fruta e mais fantasmas.

Um conceito básico mas extremamente eficaz fez do Pac-Man um dos jogos mais eternos e viciantes da história do mundo electrónico. Esta ano o jogo da bola amarela celebra 30 anos de existência. 30 anos é muito tempo, e a maioria dos jogos nem um ano perduram.  Ao longo da sua vida, Pac-Man já surgiu em variadas formas e feitios, ainda que a melhor delas todas seja mesmo a original. A par da original, a versão da Xbox Live – Pac-Man Championship Edition – não deixa de ser uma excelente adição à série.

Pac-Man foi apresentado ao mundo em 1980, um ano antes de eu nascer. No ano seguinte surgiu Donkey Kong e em 1984 foi a vez de Tetris… anos férteis, estes!

Aqui fica o portal oficial do jogo onde podem consultar tudo e mais alguma coisa sobre este marco histórico.

Uma experiência pequena, mas do tamanho do mundo

Pode não parecer, mas esta imagem é o inicio de um pequeno jogo chamado Small Worlds. Em cerca de 15 minutos, vão poder concluir um jogo de exploração pixelizado mas bonito e com um nível de design viciante. O difícil é não chegar ao fim.

Visitem já a página do jogo, porque vale mesmo a pena jogar. Aqui fica um agradecimento ao Daniel Costa por ter descoberto esta pérola!

A Arte Virtual

“Assim o que se pede é a todos os que querem escrever sobre videojogos, humildade e elevação argumentativa através de fundamentos experienciados. Aliás na academia a discussão vai bem mais fundo discutindo a “legalidade” do uso de “cheats” e “walkthroughs” dado os seus impactos sobre a experiência das obras.”

Esta é uma pequena amostra de um excelente artigo escrito pelo Nelson Zagalo no seu blog [url=http://virtual-illusion.blogspot.com/2010/04/videojogos-sao-uma-forma-de-arte.html]Virtual Illusion[/url]. Vale a pena ler!

Porque é de facto, muito bom.

A velha formula

Faz lembrar os antigos anúncios da Sega a “cascar” na Nintendo…

Clássicos em formato Lego

Mario e Luigi, são vocês?

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mario e luigi

Mais por aqui!

O fenómeno Tetris

O lendário jogo Tetris completa 25 anos de sucesso, e o mais impressionante é que este é ainda hoje um dos títulos mais actuais e divertidos em todo o panorama dos videojogos.

É impossível ficar indiferente ao estímulo que uma simples, mas precisa, estrutura nos proporciona. Blocos de várias formas vão caindo, e nós só temos que os encaixar uns nos outros, de forma a criar linhas horizontais e ir assim eliminando os blocos antes que cheguem ao topo.

Como é que um dos maiores fenómenos do entretenimento digital surgiu? Para saber, só têm que visualizar o excelente documentário da BBC, dividido em 6 partes, após o salto.

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As notas de Metal Gear Solid

Metal Gear Solid é um videojogo que nos envolve de várias formas, e uma dessas formas está relacionada com a sua música, que sempre foi de grande qualidade. A música que vão ouvir é, quanto a mim, a melhor música de toda a saga e é a principal faixa do terceiro título, Snake Eater. Emocionem-se com esta performance ao vivo da Video Game Orchestra. E já agora, no próximo Video Game Live, quero ouvir esta mesma versão, se faz favor!

Um sonho no Japão

Ainda não fui lá, mas é certamente uma das coisas que está na minha agenda! Aqui ficam dois vídeos do pessoal da Nintendo World Report sobre um dos maiores paraisos de videojogos no Japão. Calculo que quem esteja de fora, ache isto um movimento totalmente geek, mas há aqui muito simbolismo e emoção devido a muitas horas dedicadas aos videojogos…

Aqui fica um agradecimento ao odrakir do 8-bit Revolution por lembrar estas pérolas!

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