É essencial, nos dias de hoje, fazer-se uma escolha acertada no que toca ao próximo jogo a adquirir. Antecipar uma compra reunindo algum conhecimento sobre o que há no mercado é o passo certo a tomar, isto porque nem tudo é de boa qualidade, havendo mesmo jogos que nem mereciam ser publicados. Para além disso os preços nem sempre correspondem à qualidade do produto.
Participa!
21 11 2009O Passatempo já terminou, em breve irei anunciar o vencedor!
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Load “”
13 11 2009… ENTER. E assim começava o jogo a ser carregado no velhinho ZX Spectrum 48k. O processo era doloroso porque a espera era, na maioria dos casos, bem longa. Para piorar o cenário, havia sempre grandes probabilidades de, a meio ou mesmo já perto do final, surgir um erro que nos obrigava a alinhar a cabeça do leitor de cassetes e a fazer rewind. Tudo muito arcaico e impensável nos dias de hoje. Como as coisas mudam…
Muita gente não sabe do que estou a falar, até porque o problema do loading não existia nos tempos das primeiras consolas, uma vez que todas elas funcionavam com cartucho. Foi só a partir da utilização do CD que os loadings voltaram, e apesar de nessa altura até terem sido de alguma forma aceites, nas consolas da actual geração já dificilmente se admite que os jogos tenham grandes períodos de loading e quando isso acontece, o jogo perde pontos.
Desafio-vos então a aguentarem o tempo de loading deste “pequeno” vídeo e a constatarem o quão dura era a vida dos jogadores na altura! Coragem!
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Eu sou, tu és, nós somos…
8 11 2009… geeks. É isto que muita gente pensa. Mas seremos mesmo, ou isso não passa de um estereótipo criado pela sociedade para nos rotular, e que pouco ou nada reflecte aquilo que realmente somos?
Eu associo esta palavra a actos exagerados e a todo o tipo de excessos.
Esta imagem é um bom exemplo do que falo. Claro que nesta área o que não deve faltar são geeks, mas é um erro pensar-se que a indústria dos videojogos se resume a isso mesmo. Sendo cada vez mais uma forma de entretenimento que agrada a (quase) toda a família, os videojogos estão cada vez mais longe de se definir como um divertimento de exageros.
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Um Mundo de loucos
1 11 2009É o que nos mostra o jogo Mad World, para a Wii. Na sua primeira aparição, este jogo criou vários sentimos não muito comuns nos videojogos: controvérsia e estranheza. Controvérsia porque nos apresentou um mundo violento, muito violento, e com muito sangue à mistura, sendo que a premissa do jogo era simples – matar, matar, matar! Estranheza porque em termos visuais era pouco comum, o seu mundo era todo a preto e branco, ao bom estilo clássico de Sin City.
A verdade é que este estilo gráfico não é muito fácil de aceitar quando é aplicado a um grafismo computorizado não avançado, em vez de a um cenário real. Ainda assim, creio que este Mad World fica na história por nos conseguir inserir de forma única num ambiente apocalíptico e extremamente violento, como pouco se vê nos videojogos, com uma personagem principal forte e com uma jogabilidade bem aplicada ao Wii Remote.
São jogos deste calibre que têm que continuar a surgir na nossa indústria, para que se possam quebrar preconceitos e alguma monotonia, neste mundo de loucos.
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