Recentemente, a Joystiq teve a oportunidade de visitar um museu de videojogos nos Estados Unidos da América, o American Classic Arcade Museum. Este museu alberga uma série de máquinas de jogos arcade, um equipamento em vias de extinção na nossa geração, mas que ainda assim chegou a ter uma grande relevância nas nossas vidas enquanto adolescentes – ainda sou do tempo em que havia salões de jogos com máquinas arcade deliciosas e com máquinas de Flippers verdadeiramente viciantes!

Entusiastas pelo retro e salões de jogos não faltam no nosso cantinho, e nos últimos tempos até vimos iniciativas fantásticas como o RetroBop, organizado por uma equipa de jogadores liderada pelo meu amigo Nuno Folhadela.
A criação de um museu de videojogos em Portugal pode ser uma realidade, mas é preciso haver vontade de várias partes para que esse sonho se realize. Se há alguém que já manifestou essa vontade foi o José Antunes, que há bem pouco tempo teve a iniciativa de dar o primeiro passo, ainda que sem grande sucesso. Acho que todos nós poderiamos contribuir para um projecto que seria marcante para a evolução do nosso mercado, e que certamente iria deixar todos os jogadores e não jogadores impressionados com o historial deste mundo dos videojogos.


Um desses casos é o Final Fantasy VI, a versão lançada para o Game Boy Advance. Para terem uma ideia, um jogo destes exije mesmo muitas horas de dedicação e nesta aventura já levo mais de 25 horas de jogo – claro que ainda há casos de jogadores que têm jogos com mais de 200 horas em cima!
O género RPG para além de envolver muito diálogo entre personagens, exige igualmente passar muito tempo em combates de forma a podermos aumentar os poderes dos nossos heróis e assim conseguirmos enfrentar os inimigos mais fortes que nos vão aparecendo ao longo da aventura. Acontece que na maioria dos jogos do género, surge algo terrível perto do final. É que, a não ser que sejamos um jogador que tenha passado mais tempo a combater do que a seguir o enredo propriamente dito, as nossas personagens nunca vão conseguir derrotar os bosses finais! Conclusão? Temos que passar muito tempo a andar pelo mapa para podermos combater e assim fortalecermos os nossos heróis, e muito sinceramente, nessa altura do campeonato, já não há muita paciência para tal…










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