O blog tem uma agora nova atracção, os Passatempos! Aqui, vão poder participar e ter a hipótese de ganhar alguns prémios que vou colocando à disposição!
Neste primeiro passatempo, o prémio é um pequeno cogumelo da série Super Mario! Participem já!
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É o que nos mostra o jogo Mad World, para a Wii. Na sua primeira aparição, este jogo criou vários sentimos não muito comuns nos videojogos: controvérsia e estranheza. Controvérsia porque nos apresentou um mundo violento, muito violento, e com muito sangue à mistura, sendo que a premissa do jogo era simples – matar, matar, matar! Estranheza porque em termos visuais era pouco comum, o seu mundo era todo a preto e branco, ao bom estilo clássico de Sin City.
A verdade é que este estilo gráfico não é muito fácil de aceitar quando é aplicado a um grafismo computorizado não avançado, em vez de a um cenário real. Ainda assim, creio que este Mad World fica na história por nos conseguir inserir de forma única num ambiente apocalíptico e extremamente violento, como pouco se vê nos videojogos, com uma personagem principal forte e com uma jogabilidade bem aplicada ao Wii Remote.
São jogos deste calibre que têm que continuar a surgir na nossa indústria, para que se possam quebrar preconceitos e alguma monotonia, neste mundo de loucos.
Lost Winds foi dos primeiros jogos a sair para o serviço online da Wii, o WiiWare, e desde logo foi um jogo que se destacou, quer pela sua beleza gráfica, quer pelo ritmo coerente que nos marca o progresso.
Andar ao sabor dos ventos, que são controlados com o nosso comando, é fantástico e isso criou uma empatia imediata com o jogo. O vídeo não demonstra a experiência de jogar, mas já dá uma boa ideia do encanto deste título…
Lost Winds: Winter of Melodias é a sequela que já está disponível, e eu não posso perder esta lufada de ar fresco!
Confesso que nunca fui muito adepto do jogo online. Também é verdade que só agora, com as consolas desta geração, é que jogar através da internet se tornou mais aliciante e até acessível. As ligações são estáveis e há cada vez mais opções de jogo disponíveis no mercado – opções que, de uma maneira ou de outra, acabam por nos satisfazer.
Mas não é fácil gostar do jogo online e, quanto a mim, por uma simples razão. Ou jogamos bem o respectivo jogo, ou então esta experiência torna-se frustrante. Na sua essência, jogar neste modo passa por enfrentar adversários com o objectivo de encontrar o melhor jogador e, por isso, quando jogamos com desconhecidos, a coisa pode tornar-se algo complicada. Jogar com amigos é muito diferente de jogar com outras pessoas, com jogadores que não conhecemos e com quem não podemos dialogar, justificando a nossa eventual derrota com as desculpas mais esfarrapadas – e assim, de alguma forma, sentirmo-nos um pouco mais seguros de nós – ou então “picando” o nosso adversário para fazer pirraça.
O jogo local, com o ecrã a dividir-se em 2 ou 4, foi sempre o mais divertido, porque a diversão baseia-se na reacção imediata, e isso só podemos sentir quando estamos todos presentes. No online, ainda bem que existem jogos que permitem criar grupos, para assim nos sentirmos mais envolvidos, ou pelo menos, com menor peso face à responsabilidade de atingir um objectivo.
Jogar online é, no entanto, um acto cada vez mais natural. Se há já alguns anos que, no mundo do PC, alguns géneros de jogos nos oferecem horas e horas de vício online, hoje em dia qualquer jogo de consola que não tenha pelo menos alguma opção para nos ligarmos à rede é visto como merecedor de um ponto negativo. A verdade é que, nos dias de hoje, e no caso de alguns jogos em particular, a possibilidade de jogar online é muitas vezes o que nos “agarra” ao comando.
É que está a ficar velho! Não há dúvidas quanto à sua importância no decorrer da história dos videojogos, mas há aqui um problema que começa a ganhar cada vez mais relevo: o posicionamento dos joysticks.
Este é um dos melhores comandos que esta indústria já viu, e não é por acaso que, ao fim de três gerações Playstation, o design continua a ser praticamente o mesmo, indo a Sony a cada nova versão melhorando alguns acabamentos de forma a torná-lo mais próximo da perfeição. Mas com a mais frequente utilização dos joysticks, talvez devido ao facto de necessitarmos cada vez mais de um controlo mais e mais preciso dos nossos avatares no ecrã, começa a notar-se claramente que estes não estão colocados na posição mais natural para nós, jogadores.
Isto não se notava, por exemplo, nos jogos de futebol, porque o melhor controlo foi sempre feito com o d-pad e as suas quatro direcções clássicas, mas hoje em dia, com a novidade do movimento em 360º, torna-se obrigatório jogar com o joystick, e não há mesmo volta a dar! Ao fim de algumas partidas de futebol, o dedo polegar esquerdo começa a dar sinais de dor, porque a posição mais natural deste dedo é mais acima, tal e qual como podemos ver no comando da Xbox 360.
Senhores da Sony, por favor, alterem o layout do comando para o bem-estar do nosso dedo polegar! Obrigado.
Foi em 2001 que Resident Evil 4 foi anunciado ao mundo. Tratava-se de um novo capítulo de uma série do género survival horror, onde os nossos principais inimigos foram sempre zombies.
Shinji Mikami, o criador desta série, decidiu no entanto que era necessário uma nova aproximação ao conceito da série, facto este que era partilhado por muitos jogadores, que reconheciam a falta de evolução e os poucos motivos de interesse renovados a cada novo capitulo.
Com o 4º jogo veio uma revolução. Os nossos inimigos deixaram de ser zombies lentos e burros, e passaram a ser humanos infectados com um vírus semelhante, mas com alguma inteligência chamados ganados, e em vez de corredores escuros e portas trancadas e muitos puzzles, vieram os cenários abertos, com muita, muita acção. A mecânica de jogo alterou-se por completo, e estávamos perante um título completamente diferente, ainda que com muitas referências e pormenores ligados ao universo Resident Evil.
Quando se quebra uma rotina a estranheza é natural, e partimos sempre do principio que em equipa que vence não se devia mexer. Ainda assim, só desbravando novos caminhos é que podemos saber se há algo mais para além do conhecido, e só assim podemos saber se vale ou não a pena arriscar.
Shinji Mikami arriscou, e assim acabou por criar um jogo de referência, um título com uma crítica unânime, que o aclamou como um dos jogos mais interessantes dos últimos anos. É questionável se com tanta mudança o nome Resident Evil se deveria ter mantido, em detrimento da criação de um novo universo e de um novo herói, no entanto, parece-me evidente que o aproveitamento do enredo era o caminho mais fácil a tomar neste caso… Ainda assim, uma mudança radical motiva (quase) sempre a crítica feroz dos puristas, e este caso não foi excepção. Para estes, os zombies nunca deveriam ter desaparecido, e o aspecto mais focado na resolução de puzzles dos primeiros capítulos deveria ter continuado.
Esta é uma versão do jogo Resident Evil 4 antes de sofrer a revolução, e que possivelmente iria agradar aos fãs mais conservadores.
Esta, é a versão que todos conhecemos, e que chegou às prateleiras das lojas, para gáudio de muitos e para tristeza de outros.
A pergunta ficará para sempre no ar, deveriam os criadores da saga ter mantido a mesma fórmula ou a mudança terá sido a melhor escolha? Independentemente da resposta, acho que agora já está na altura de voltarmos a ver os nossos “amigos” zombies…
Estamo-nos a aproximar vertiginosamente do dia do concerto do ano. O VideoGames Live é algo que até há bem pouco tempo atrás era uma ilusão muito longínqua da realidade dos jogadores portugueses que, no entanto, e muito por força da própria irreverência dos videojogos, se mostram extremamente receptivos a um evento onde recordações de grandes momentos passados com um comando na mão ganham relevo.
Felizmente, para todos os amantes de uma boa banda sonora, o VGL regressa este ano em força e, esperamos nós, com grandes surpresas. Todos anseiam ver e ouvir as suas músicas favoritas tocadas pela orquestra, mas é certo que o tempo não vai dar para tudo.
No entanto esta, vinha mesmo a calhar…
E chegou mais uma vez aquela altura do ano em que o confronto de titãs ganha destaque. Pro Evolution Soccer, da Konami, e Fifa, da Electronic Arts, são os actuais simuladores de futebol, e ambos lutam pelo lugar no topo apresentando as suas armas e um realismo ímpar! Agora atentem à evolução…
Decorria o ano de 1984 quando a Ocean Software lançava Match Day para o ZX Spectrum, e este era dos primeiros jogos de futebol com visão isométrica e que apresentava todas as regras de um jogo de futebol real: lançamentos de linha lateral, cantos, dribles… bom, tudo menos faltas! Apesar de isso evitar os habituais desaguisados com o árbitro, o que é verdade é que a diversão estava garantida nem que fosse pelo desafio de conseguir controlar a bola e de realizar algum esboço de uma jogada digna desse nome. O mais fácil é mesmo verem o vídeo para terem uma ideia mais clara do que estou a querer dizer.
Meus amigos, não se queixem do que têm nos dias de hoje!
Desde há muito tempo que os videojogos são vistos, por alguns meios de comunicação social e pais, como um perigo para a sociedade, por, diz-se, serem violentos e ofensivos.
Por norma, o título mais “atacado” pelos jornalistas é Grand Theft Auto. Estamos a falar de um dos jogos de maior sucesso da indústria, com milhões de cópias vendidas ao longo das quatro versões já lançadas desde 1997 – um título contestado desde a sua primeira aparição.
Roubar carros, bater em pessoas, disparar armas, conduzir a alta velocidade… tudo o que vai contra as normas da sociedade pode ser encontrado neste jogo, e mais ainda, podemos fazer com o comando da consola na mão. Por isso, há quem diga que, nas mãos de um miúdo (ou mesmo graúdo), este jogo é uma arma, que pode provocar reacções inesperadas e inconscientes, originando acidentes e tragédias reais.
Este Verão, ao ver um miúdo a brincar com uma bisnaga, na praia, apontando-a ao pai, lembrei-me que ao longo das nossas vidas muitas outras acções e brincadeiras são, por ventura, mais evidentes e influentes na nossa percepção de violência do que qualquer comando de consola que alguma vez possa passar pelas nossas mãos.
3 pontos importantes a realçar: é 32% mais pequena, 36% mais leve e consome menos 34% de energia.
Com lançamento europeu marcado já para o dia 1 se Setembro, ao novo preço de 299€, esta nova versão da consola, que agora contem um disco rígido de 120Gb, é bem capaz de vir a estimular as vendas.
Um aspecto que muitos esperavam que viesse a ser anunciado, era a retro-compatibilidade com os jogos da PlayStation 2, algo que infelizmente não veio a acontecer. Percebe-se que eles queiram que os utilizadores se concentrem na compra de jogos para a PS3, mas este factor foi muito importante na geração anterior.
De qualquer forma, a Sony parece-me agora estar num bom caminho.
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