Um ligação histórica
31 01 2010Há pouco tempo atrás falei sobre essa pérola da década dos anos 80, o ZX Spectrum. E hoje trago-vos uma ligação histórica, onde vão, não só encontrar uma enorme listagem dos jogos para estar plataforma, mas também ter a possibilidade de os jogar!
Engraçado que os aparecem no ecrã com todos os efeitos da altura, sendo que a única grande diferença está em não terem que esperar minutos pelo carregamento do jogo!
Aqui ficam alguns dos jogos que não devem deixar de experimentar:
Jetpac
Chuckie Egg
Full Throttle
Lode Runner
Back to Skool
Match Day
Paradise Cafe
Spy vs Spy
1942
Bomb Jack
Arkanoid
New Zealand Story
Space Harrier
E muitos outros!
Visitem esta página… e divirtam-se!
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Jogos lineares
24 01 2010Há quem brinque com esta expressão, mas o que eu sei, é que de facto existem jogos lineares. Agora, um jogo linear é necessariamente um jogo mau? Não, longe disso!
O caso mais recente é o Uncharted 2. Por essa internet fora, o jogo tem ganho prémios atrás de prémios e foi considerado por unanimidade o jogo do ano (2009). Sem dúvida alguma que este jogo da Naughty Dog está esplêndido em vários sentidos, e eu já falei dele aqui.
Apesar de ter atingido um alto patamar, Uncharted 2 tem sido alvo de criticas por alguns jogadores no que toca à linearidade do jogo. Eu acho que não restam dúvidas de que ele é de facto linear. Senão vejamos: Nathan Drake tem sempre que ir do ponto A ao ponto B e não há muito por onde fugir desse caminho; a explosão que acontece quando atingimos um certo ponto do cenário vai sempre acontecer; os inimigos vão aparecer sempre no mesmo local e só há uma forma de se atingir os objectivos. Mas o bom disto é que tudo está realizado de forma tão brilhante e coerente, que em termos de experiência acaba por ser claramente superior a qualquer outro jogo… linear, e isso é um grande feito!
Os jogos não lineares permitem-nos abordar a trama à nossa maneira, e ao nosso estilo. Um jogo que permita essa opção é um bom exemplo do que significa ser o herói da história, algo que só é possível recriar num videojogo. Esta indústria é na verdade das poucas formas de entretenimento que nos permite interagir de forma activa em vez do mero observar dos actores a desenrolar o seu papel, ainda que por vezes de forma sublime.
Apesar da possibilidade da interactividade, existem jogos que mais parecem filmes. Os casos mais flagrantes são algumas das antigas aventuras gráficas onde a nossa única acção durante o jogo era, após uma sequência de vídeo, seleccionar uma opção que por si nos levava de novo a outra sequência de vídeo. Em Metal Gear Solid 4 vemos sequências de vídeo enormes, e algumas chegam mesmo a atingir os 30 minutos. O que para alguns é um exagero, para outros é uma excelente forma de tornar tudo muito mais credível.
Há quem critique esta via, que ainda assim é tomada por poucos realizadores de videojogos. Por norma os jogos não têm grandes sequências de vídeo, sendo que a aposta recai na maioria das vezes no tempo jogado. Note-se o caso do Assassin’s Creed que nos permite continuar a ter o controlo da personagem em muitas das sequências de vídeo.
A liberdade de expressão acaba por ser um dado adquirido neste panorama, tornando possível ao criador idealizar da forma mais perfeita a sua visão, ainda que o resultado final possa não agradar a todos. Mas os videojogos são uma forma de arte, e como em qualquer peça artística, a ideia transmitida pode não ser logo entendida à primeira.
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Sonic a alta velocidade?
17 01 2010Sempre que surge um anúncio de um novo projecto para um jogo do Sonic, o mundo pára para respirar fundo, com a esperança de que tudo volte a ser como antes.
Em 1991, a Sega criou um ícone no mundo dos videojogos, numa altura em que as mascotes faziam parte deste universo. Havia Super Mario na Nintendo, e Sonic na Sega. Uma luta de titãs que, outrora rivais, hoje são os melhores companheiros nos jogos olímpicos. Independentemente destas aventuras em família, Sonic sempre foi um herói singular, e com uma personalidade muito própria. No jogo da Mega Drive, a Sega conseguiu idealizar um conceito único, em que a velocidade e a construção dos cenários coloridos com loopings se destacavam. Sonic the Hedgehog 2, 3, Sonic & Knuckles e Sonic CD são ainda hoje exemplos do que de melhor se pode jogar em 2D.
Em 1999, Sonic entrava então no universo 3D com Sonic Adventure para a Dreamcast. Apesar da transição ter sido bem trabalhada, a verdade é que após este título, nunca mais houve um jogo do ouriço tão divertido como os primeiros. Ano após ano, a mascote da Sega foi perdendo a identidade e até a velocidade, característica-chave desta personagem. Para baralhar ainda mais a situação, inúmeras personagens secundárias foram surgindo, quando o único companheiro de Sonic sempre havia sido Tails, e o nemesis o Dr. Robotnik. O 3D descaracterizou a saga.
Apesar de terem sido desenvolvidas boas aventuras no clássico 2D para o Game Boy Advance e Nintendo DS, o público pedia uma aventura de nova geração em grande. Sonic Unleashed tinha tudo para dar certo, com sequências de jogo em 2D bem esgalhadas, e muita velocidade nas secções 3D, até que… anoitecia e Sonic transformava-se num lobo. Parece mentira, mas de facto, a Sega conseguia mais uma vez desperdiçar uma boa oportunidade de criar um título digno da personagem.
Project Needlemouse é o senhor que se segue. Apesar do ouriço azul estar com o nome algo manchado na praça pública, a verdade é que sempre que é anunciado um novo título, os fãs esperam e desesperam com o sentimento de “desta é que é!”. Até agora tudo parece ir no bom caminho graças a dois ingredientes essenciais para a saga e que já foram anunciados: o regresso ao plano 2D está garantido e a única personagem jogável é… Sonic!
Resta saber se não irá acontecer algo de estranho se, por exemplo, começar a chover…
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É Natal e o Super Mario é o Pai Natal!
20 12 2009Este é o primeiro Natal do Bonus Stage e por isso fica desde já um agradecimento a todos os leitores por continuarem a visitar este espaço!
Esta é a altura do ano em que o mercado é inundado por novos videojogos, e num cenário em que a economia está uma lástima, conseguir jogar todas as pérolas lançadas é complicado. Dado este ponto, o importante aqui é fazer uma boa escolha dos títulos que surgem durante esta época natalícia.
Uncharted 2, Call of Duty: Modern Warfare 2, Fifa 10, Pro Evolution Soccer 2010, Assassin’s Creed 2, Demons Souls , Forza Motorsport 3, Left 4 Dead 2, Dragon Age Origins, Tekken 6, New Super Mario Bros. Wii, Zelda Spirit Tracks, Brutal Legend… a lista é interminável, e, felizmente, há géneros para todos os gostos! Futebol, corridas, aventura, acção, RPG e plataformas enchem as nossas medidas.
De todos este jogos, há um que sobressai para quem é nostálgico e jogador há mais de 15 anos. As cores, sons e jogabilidade de New Super Mario Bros. Wii são pontos que nos deixam repletos de alegria e saudosos, talvez, de uma época em que o 2D definia os videojogos.
Este novo jogo de Super Mario é certamente um clássico. É incrível como assim que pegamos no comando para o jogar, ficamos logo a sentir-nos em casa, porque tudo é tão familiar e, ao mesmo tempo, aliciante! Por isso, lembramo-nos de imediato das emoções que sentimos com o Super Mario Bros. 3 da NES, e o Super Mario World da Super Nintendo, grandes jogos do passado, jogos que são ainda hoje considerados dos melhores jogos 2D da saga. Para além de tudo isto, NSMBW adiciona a possibilidade de ser jogado por mais 3 jogadores, facto que o torna um dos melhores jogos para jogar com amigos e família nesta consoada.
Bom Natal a todos, e divirtam-se, porque os videojogos existem para isso!
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Jogos que marcam – Uncharted 2
13 12 2009Uncharted 2: Among Thieves é, sem grande margem para dúvidas, um dos jogos que marcam esta geração de consolas. Uma saga que teve a sua estreia no principio de vida da Playstation 3 com Uncharted: Drake’s Fortune, e que desde logo se destacou dos demais pela qualidade soberba que apresentou.
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Jogos que marcam – Dead Space
6 12 2009Em todas as gerações de consolas, há sempre aqueles jogos que marcam presença assídua e dos quais sabemos que podemos esperar bons momentos. Depois, há as surpresas. Na actual época, existem, quanto a mim, alguns jogos que se destacam por vários motivos, mas principalmente porque são jogos que nos criam ambientes únicos, com uma envolvência brilhante a todos os níveis.
Bem-vindos à rubrica “Jogos que marcam”!
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A escolha é vossa
29 11 2009É essencial, nos dias de hoje, fazer-se uma escolha acertada no que toca ao próximo jogo a adquirir. Antecipar uma compra reunindo algum conhecimento sobre o que há no mercado é o passo certo a tomar, isto porque nem tudo é de boa qualidade, havendo mesmo jogos que nem mereciam ser publicados. Para além disso os preços nem sempre correspondem à qualidade do produto.
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E o vencedor é…
21 11 2009O passatempo já terminou, e o vencedor é o Strangelove com a seguinte participação:
Resposta – Foi lançado na Europa a 8 de Maio de 1998.
Esta frase tem Bonus Stage
e por isso se tornou poema.
Agora nem que troveje
vou resolver este dilema…
De como colocar em verso
a fúria do Marcus Fenix,
um tipo mesmo perverso
que me faz dizer “Fónix!”
E para acabar ainda a rimar
vou agradecer o presente
que eu sei que me vão dar
por ser um poeta demente!
PARABÉNS!
E devido às excelentes participações, decidi dar um prémio a um segundo lugar cujo vencedor, ou neste caso, vencedora, foi a Marta Vieira com a seguinte participação:
8 de Maio de 1998
É Natal é natal lalalala na Bonus Stage a alegria é contagiante, até o Marcus Fenix quer colaborar, quem ganhar este cabaz vai se fartar de jogar.
PARABÉNS! E o prémio é surpresa!!!
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Load “”
13 11 2009… ENTER. E assim começava o jogo a ser carregado no velhinho ZX Spectrum 48k. O processo era doloroso porque a espera era, na maioria dos casos, bem longa. Para piorar o cenário, havia sempre grandes probabilidades de, a meio ou mesmo já perto do final, surgir um erro que nos obrigava a alinhar a cabeça do leitor de cassetes e a fazer rewind. Tudo muito arcaico e impensável nos dias de hoje. Como as coisas mudam…
Muita gente não sabe do que estou a falar, até porque o problema do loading não existia nos tempos das primeiras consolas, uma vez que todas elas funcionavam com cartucho. Foi só a partir da utilização do CD que os loadings voltaram, e apesar de nessa altura até terem sido de alguma forma aceites, nas consolas da actual geração já dificilmente se admite que os jogos tenham grandes períodos de loading e quando isso acontece, o jogo perde pontos.
Desafio-vos então a aguentarem o tempo de loading deste “pequeno” vídeo e a constatarem o quão dura era a vida dos jogadores na altura! Coragem!
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