Participa!

21 11 2009

Passatempo está de volta e com um prémio fantástico! Neste passatempo de Natal, o prémio é uma banda sonora do jogo Gran Turismo e um jogo Gears of War para a Xbox 360! Participem já!





Jogos que marcam – Uncharted 2

13 12 2009

Uncharted 2: Among Thieves é, sem grande margem para dúvidas, um dos jogos que marcam esta geração de consolas. Uma saga que teve a sua estreia no principio de vida da Playstation 3 com Uncharted: Drake’s Fortune, e que desde logo se destacou dos demais pela qualidade soberba que apresentou.

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Jogos que marcam – Dead Space

6 12 2009

Em todas as gerações de consolas, há sempre aqueles jogos que marcam presença assídua e dos quais sabemos que podemos esperar bons momentos. Depois, há as surpresas. Na actual época, existem, quanto a mim, alguns jogos que se destacam por vários motivos, mas principalmente porque são jogos que nos criam ambientes únicos, com uma envolvência brilhante a todos os níveis.

Bem-vindos à rubrica “Jogos que marcam”!

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A escolha é vossa

29 11 2009

É essencial, nos dias de hoje, fazer-se uma escolha acertada no que toca ao próximo jogo a adquirir. Antecipar uma compra reunindo algum conhecimento sobre o que há no mercado é o passo certo a tomar, isto porque nem tudo é de boa qualidade, havendo mesmo jogos que nem mereciam ser publicados. Para além disso os  preços nem sempre correspondem à qualidade do produto.

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Load “”

13 11 2009

… ENTER. E assim começava o jogo a ser carregado no velhinho ZX Spectrum 48k. O processo era doloroso porque a espera era, na maioria dos casos, bem longa. Para piorar o cenário, havia sempre grandes probabilidades de, a meio ou mesmo já perto do final, surgir um erro que nos obrigava a alinhar a cabeça do leitor de cassetes e a fazer rewind. Tudo muito arcaico e impensável nos dias de hoje. Como as coisas mudam…

Muita gente não sabe do que estou a falar, até porque o problema do loading não existia nos tempos das primeiras consolas, uma vez que todas elas funcionavam com cartucho. Foi só a partir da utilização do CD que os loadings voltaram, e apesar de nessa altura até terem sido de alguma forma aceites, nas consolas da actual geração já dificilmente se admite que os jogos tenham grandes períodos de loading e quando isso acontece, o jogo perde pontos.

Desafio-vos então a aguentarem o tempo de loading deste “pequeno” vídeo e a constatarem o quão dura era a vida dos jogadores na altura! Coragem!





Eu sou, tu és, nós somos…

8 11 2009

geeks. É isto que muita gente pensa. Mas seremos mesmo, ou isso não passa de um estereótipo criado pela sociedade para nos rotular, e que pouco ou nada reflecte aquilo que realmente somos?

Eu associo esta palavra a actos exagerados e a todo o tipo de excessos.

geek-poster

Esta imagem é um bom exemplo do que falo. Claro que nesta área o que não deve faltar são geeks, mas é um erro pensar-se que a indústria dos videojogos se resume a isso mesmo. Sendo cada vez mais uma forma de entretenimento que agrada a (quase) toda a família, os videojogos estão cada vez mais longe de se definir como um divertimento de exageros.





Um Mundo de loucos

1 11 2009

É o que nos mostra o jogo Mad World, para a Wii. Na sua primeira aparição, este jogo criou vários sentimos não muito comuns nos videojogos: controvérsia e estranheza. Controvérsia porque nos apresentou um mundo violento, muito violento, e com muito sangue à mistura, sendo que a premissa do jogo era simples – matar, matar, matar! Estranheza porque em termos visuais era pouco comum, o seu mundo era todo a preto e branco, ao bom estilo clássico de Sin City.

A verdade é que este estilo gráfico não é muito fácil de aceitar quando é aplicado a um grafismo computorizado não avançado, em vez de a um cenário real. Ainda assim, creio que este Mad World fica na história por nos conseguir inserir de forma única num ambiente apocalíptico e extremamente violento, como pouco se vê nos videojogos, com uma personagem principal forte e com uma jogabilidade bem aplicada ao Wii Remote.

São jogos deste calibre que têm que continuar a surgir na nossa indústria, para que se possam quebrar preconceitos e alguma monotonia, neste mundo de loucos.





E regressaram os ventos perdidos!

24 10 2009

Lost Winds foi dos primeiros jogos a sair para o serviço online da Wii, o WiiWare, e desde logo foi um jogo que se destacou, quer pela sua beleza gráfica, quer pelo ritmo coerente que nos marca o progresso.

Andar ao sabor dos ventos, que são controlados com o nosso comando, é fantástico e isso criou uma empatia imediata com o jogo. O vídeo não demonstra a experiência de jogar, mas já dá uma boa ideia do encanto deste título…

Lost Winds: Winter of Melodias é a sequela que já está disponível, e eu não posso perder esta lufada de ar fresco!





Não é fácil gostar do jogo online

19 10 2009

Confesso que nunca fui muito adepto do jogo online. Também é verdade que só agora, com as consolas desta geração, é que jogar através da internet se tornou mais aliciante e até acessível. As ligações são estáveis e há cada vez mais opções de jogo disponíveis no mercado – opções que, de uma maneira ou de outra, acabam por nos satisfazer.

Mas não é fácil gostar do jogo online e, quanto a mim, por uma simples razão. Ou jogamos bem o respectivo jogo, ou então esta experiência torna-se frustrante. Na sua essência, jogar neste modo passa por enfrentar adversários com o objectivo de encontrar o melhor jogador e, por isso, quando jogamos com desconhecidos, a coisa pode tornar-se algo complicada. Jogar com amigos é muito diferente de jogar com outras pessoas, com jogadores que não conhecemos e com quem não podemos dialogar, justificando a nossa eventual derrota com as desculpas mais esfarrapadas – e assim, de alguma forma, sentirmo-nos um pouco mais seguros de nós – ou então “picando” o nosso adversário para fazer pirraça.

Video Game Faces

O jogo local, com o ecrã a dividir-se em 2 ou 4, foi sempre o mais divertido, porque a diversão baseia-se na reacção imediata, e isso só podemos sentir quando estamos todos presentes. No online, ainda bem que existem jogos que permitem criar grupos, para assim nos sentirmos mais envolvidos, ou pelo menos, com menor peso face à responsabilidade de atingir um objectivo.

Jogar online é, no entanto, um acto cada vez mais natural. Se há já alguns anos que, no mundo do PC, alguns géneros de jogos nos oferecem horas e horas de vício online, hoje em dia qualquer jogo de consola que não tenha pelo menos alguma opção para nos ligarmos à rede é visto como merecedor de um ponto negativo. A verdade é que, nos dias de hoje, e no caso de alguns jogos em particular, a possibilidade de jogar online é muitas vezes o que nos “agarra” ao comando.





Há um problema com o Dual Shock…

16 10 2009

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É que está a ficar velho! Não há dúvidas quanto à sua importância no decorrer da história dos videojogos, mas há aqui um problema que começa a ganhar cada vez mais relevo: o posicionamento dos joysticks.

Este é um dos melhores comandos que esta indústria já viu, e não é por acaso que, ao fim de três gerações Playstation, o design continua a ser praticamente o mesmo, indo a Sony a cada nova versão melhorando alguns acabamentos de forma a torná-lo mais próximo da perfeição. Mas com a mais frequente utilização dos joysticks, talvez devido ao facto de necessitarmos cada vez mais de um controlo mais e mais preciso dos nossos avatares no ecrã, começa a notar-se claramente que estes não estão colocados na posição mais natural para nós, jogadores.

Isto não se notava, por exemplo, nos jogos de futebol, porque o melhor controlo foi sempre feito com o d-pad e as suas quatro direcções clássicas, mas hoje em dia, com a novidade do movimento em 360º, torna-se obrigatório jogar com o joystick, e não há mesmo volta a dar! Ao fim de algumas partidas de futebol, o dedo polegar esquerdo começa a dar sinais de dor, porque a posição mais natural deste dedo é mais acima, tal e qual como podemos ver no comando da Xbox 360.

xbox-360-controller-1

Senhores da Sony, por favor, alterem o layout do comando para o bem-estar do nosso dedo polegar! Obrigado.